INFORMÁTICA E SAÚDE PÚBLICA

Diz-se que vivemos a sociedade da informação, contudo, ainda hoje é comum atendimentos feitos em postos de saúde não serem registrados em bancos de dados através de programas ou sistemas de informática.

Como profissional de informática da área de saúde pública, ocupante de função de gerência há mais de 10 anos, não tenho dúvidas de que os serviços realizados em unidades básicas de saúde são tranqüilamente “informatizáveis” e a custos mínimos. Aliás, um dos motivos para a não informatização das secretarias municipais de saúde das pequenas prefeituras é o mito de que “é caro informatizar”.

Obviamente que parto do pressuposto de que uma prefeitura com até 100.000 habitantes não precisa negociar com um grande fornecedor de soluções de TI, que geralmente estão baseados nos grandes centros e embutem nos seus preços custos incompatíveis com a realidade dos pequenos municípios. Por outro lado, em nome da economia, também não se pode abrir mão da qualidade, por isso, a necessidade de se conjugar profissionalismo, experiência, confiabilidade e baixo custo.

Diante deste cenário, coloco-me à disposição das pequenas prefeituras, para colaborar com o processo de informatização das suas secretarias de saúde, pois faço parte de uma equipe de profissionais de informática que está construindo um sistema de saúde pública voltado especialmente para as secretarias de saúde dos pequenos municípios.

Edvaldo de Alcântara Oliveira | Analista de Sistemas

 
 
 
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